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	<title>Cardioritmo</title>
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	<description>Clínica de Arritmias Cardíacas</description>
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		<title>INFARTO &#8211; O ataque do coração</title>
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		<pubDate>Fri, 16 May 2014 23:10:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[crdrtm]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Sinônimos e Nomes Populares O termo dos médicos para ataque do coração é Infarto do Miocárdio. Enfarte do miocárdio, doença isquêmica do coração, obstrução das coronárias, crise cardíaca. No nosso meio, o termo mais usado é infarto. O que é? O infarto do miocárdio se dá quando o suprimento de sangue a uma parte do músculo cardíaco é reduzido ou cortado totalmente. Isso acontece [&#8230;]</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Sinônimos e Nomes Populares</p>
<p><em>O termo dos médicos para ataque do coração é Infarto do Miocárdio. Enfarte do miocárdio, doença isquêmica do coração, obstrução das coronárias, crise cardíaca. No nosso meio, o termo mais usado é infarto.</em></p>
<p><a href="http://www.cardioritmosjc.com.br/wp-content/uploads/2014/05/infarto.jpg"><img class="size-medium wp-image-148 alignleft" alt="infarto" src="http://www.cardioritmosjc.com.br/wp-content/uploads/2014/05/infarto-300x199.jpg" width="300" height="199" /></a><strong>O que é?</strong></p>
<p>O infarto do miocárdio se dá quando o suprimento de sangue a uma parte do músculo cardíaco é reduzido ou cortado totalmente. Isso acontece quando uma artéria coronária está contraída ou obstruída, parcial ou totalmente.</p>
<p>Com a supressão total ou parcial da oferta de sangue ao músculo cardíaco, ele sofre uma injúria irreversível e, parando de funcionar, o que pode levar à morte súbita, morte tardia ou insuficiência cardíaca com conseqüências desde severas limitações da atividade física até a completa recuperação.</p>
<p>O infarto do miocárdio é a causa mais freqüente de morte nos Estados Unidos.</p>
<p>O infarto do miocárdio pode também acontecer em pessoas que têm as artérias coronárias normais. Isso acontece quando as coronárias apresentam um espasmo, contraindo-se violentamente e também produzindo um déficit parcial ou total de oferecimento de sangue ao músculo cardíaco irrigado pelo vaso contraído.</p>
<p><strong>Angina do Peito</strong></p>
<p>A angina do peito apresenta-se sob duas formas, a estável e a instável.</p>
<p>Tanto a instável como a estável têm manifestações ou sintomas semelhantes aos do infarto do miocárdio. Elas podem evoluir para um infarto do miocárdio quando não tratadas. <br clear="all" /><br clear="all" /></p>
<p><b>A angina do peito estável se diferencia do infarto por algumas das características abaixo:</b></p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td valign="top"><img alt="" src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/xsxicon0.gif.pagespeed.ic.g0zqVjmuJ5.png" /></td>
<td>Duração da dor &#8211; geralmente é de mais curta duração, se durar mais do que 15 minutos provavelmente se trata de infarto.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"><img alt="" src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/xsxicon0.gif.pagespeed.ic.g0zqVjmuJ5.png" /></td>
<td>A dor surge com o esforço e passa com a parada, com o repouso.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"><img alt="" src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/xsxicon0.gif.pagespeed.ic.g0zqVjmuJ5.png" /></td>
<td>As manifestações paralelas não costumam ser tão intensas como no infarto.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"><img alt="" src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/xsxicon0.gif.pagespeed.ic.g0zqVjmuJ5.png" /></td>
<td>A dor ou opressão retroesternal passa com o uso de comprimidos sublinguais de nitro derivados. Se a dor não ceder provavelmente se trata de um infarto.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Os sintomas da angina de peito estável variam de pessoa para pessoa, mas, num mesmo indivíduo, costumam ser semelhantes, e num mesmo indivíduo costumam ter os seus fatores desencadeantes bem conhecidos, como fazer força, caminhar no vento frio, subir escadas, atividade sexual, e outras.</p>
<p>Os sintomas da angina de peito instável costumam surgir em repouso ao levantar pela manhã, e são de aparecimento súbito, com dores e desconforto moderado a severo, evoluem rapidamente para um estágio em que há um aumento no desconforto e na dor, tanto na intensidade como severidade.</p>
<p>Alerta!</p>
<p>A angina de peito pode ser considerada uma dor amiga, uma manifestação desagradável, mas que avisa estar acontecendo algo de errado e grave com o coração, fazendo com que a pessoa atingida procure recurso médico antes que a doença se agrave.</p>
<p>Sinais de Alarme</p>
<p><b>Os mais comuns são:</b></p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td valign="top"><img alt="" src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/xsxicon0.gif.pagespeed.ic.g0zqVjmuJ5.png" /></td>
<td>Pressão e desconforto, dor em aperto no centro do peito que dura mais do que alguns minutos ou que vai e volta.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"><img alt="" src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/xsxicon0.gif.pagespeed.ic.g0zqVjmuJ5.png" /></td>
<td>Dor do centro do peito que irradia para os ombros, queixo, pescoço e braços, mais freqüentemente para o braço esquerdo.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"><img alt="" src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/xsxicon0.gif.pagespeed.ic.g0zqVjmuJ5.png" /></td>
<td>Desconforto no peito com sensação de cabeça leve, sensação de desmaio, suores e falta de ar.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><b>Os menos comuns são:</b></p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td valign="top"><img alt="" src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/xsxicon0.gif.pagespeed.ic.g0zqVjmuJ5.png" /></td>
<td>Dores atípicas, vagas, na boca do estômago, peito ou barriga.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"><img alt="" src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/xsxicon0.gif.pagespeed.ic.g0zqVjmuJ5.png" /></td>
<td>Náusea ou vômitos sem dor no peito.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"><img alt="" src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/xsxicon0.gif.pagespeed.ic.g0zqVjmuJ5.png" /></td>
<td>Respiração curta ou dificuldade de respirar, mesmo sem dor no peito.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"><img alt="" src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/xsxicon0.gif.pagespeed.ic.g0zqVjmuJ5.png" /></td>
<td>Ansiedade inexplicável, fraqueza ou fadiga.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"><img alt="" src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/xsxicon0.gif.pagespeed.ic.g0zqVjmuJ5.png" /></td>
<td>Palpitações, suores frios ou palidez, que às vezes vão e voltam.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Curiosidades</p>
<p>Nos homens a dor pré-cordial é o sintoma mais freqüente, já nas mulheres o cansaço e fadiga extrema são os sintomas mais encontrados.</p>
<p>Nas mulheres é mais freqüente sentir náuseas, dores no epigástrio, ou nas costas, pescoço ou queixo.</p>
<p>Muitas vezes, sintomas outros que não a dor, são sentidos já há muito tempo antes do infarto ocorrer.</p>
<p>A intensidade da dor do infarto varia muito de doente para doente. A dor não necessita ser intensa.</p>
<p>A dor geralmente irradia para o braço esquerdo, mas em 15% dos atingidos irradia para o braço direito.</p>
<p>Muitos sintomas de doença das coronárias são ignorados pelos pacientes e também pelos médicos. Existem infartos silenciosos, que são revelados ao eletrocardiograma ou outros exames por ocasião de exames rotineiros.</p>
<p>Exija do seu médico que investigue a causa de seus sintomas, principalmente se pertencer a um grupo de risco.</p>
<p>A parte do coração que necrosar, morrer, por ocasião de um infarto não é mais viável e não produzirá sintomas como dor. Logo, enquanto o doente sentir dor resta tecido cardíaco viável que pode se recuperar por si ou com tratamentos adequados. Quanto antes esse tecido doente for tratado, maiores as chances de ser recuperado.</p>
<p>Se isso acontecer, se notar uma ou mais de uma das manifestações acima, não espere, vá ou chame imediatamente um serviço de emergência.</p>
<p>50% DAS PESSOAS QUE MORREM DE UM INFARTO O FAZEM NAS PRIMEIRAS HORAS E NÃO CHEGAM A RECEBER ASSISTÊNCIA MÉDICA</p>
<p>Prognóstico do Infarto do Miocárdio</p>
<p>O prognóstico quanto à qualidade de vida e a duração da vida após um infarto do miocárdio depende da gravidade, da extensão do infarto e de outras doenças que acompanham o paciente.</p>
<p>Cerca de 1 milhão e meio de pessoas sofrem um infarto nos Estados Unidos por ano. Nos últimos anos, tem aumentado a incidência de infartos em mulheres, por outro lado a sobrevida tem aumentado devido à mais eficazes meios de tratamento.</p>
<p>A curto prazo, o prognóstico é pior em pessoas idosas, diabéticos, portadores de insuficiência cardíaca e portadores de insuficiência renal.</p>
<p>A causa mais freqüente de morte em infartados é o choque que acontece em 7% dos casos. A incidência de choque não tem diminuído nos últimos anos.</p>
<p>O bloqueio aurículo ventricular é freqüente e pode ser tratado com marcapassos.</p>
<p>A longo prazo, o prognóstico, tanto para a duração quanto para a qualidade de vida, também dependem da severidade do infarto e das medidas preventivas tomadas.</p>
<p>Não existem testes para prever quando um novo ataque vai ocorrer. Admite-se que até 30% de novos ataques fatais e de cirurgias cardíacas podem ser evitadas com a adoção de um estilo de vida saudável e adesão ao tratamento.</p>
<p>Os médicos sabem que 66% dos pacientes não mudam o seu estilo de vida e não seguem as prescrições e conselhos médicos para evitar um novo infarto. <br clear="all" /><br clear="all" /></p>
<p>O Diagnóstico das Doenças de Coronárias</p>
<p>Para o diagnóstico das doenças das coronárias, existem diversos métodos a disposição do médico delimitando o quanto suas coronárias estão doentes. Alguns são feitos em consultório, outros em serviços especializados e outros ainda em hospital.</p>
<p>Anamnese e Exame Clínico</p>
<p>Denomina-se <b>anamnese</b> a história da doença relatada pelo paciente ou familiares. As informações colhidas pelo médico podem sugerir, com maior ou menor certeza, um diagnóstico.</p>
<p>Como segundo passo, o médico realiza o que se denomina o <b>exame clinico</b>. Os achados encontrados nessa avaliação, mais os dados da história da doença, permitem ao médico fazer uma hipótese diagnóstica ou mesmo um diagnóstico.</p>
<p>Para confirmar o diagnóstico, o seu médico pedirá exames complementares, que, no caso de uma doença do coração, são os que se seguem.</p>
<p>O Eletrocardiograma</p>
<p>O eletrocardiograma realizado em repouso é útil para diagnosticar arritmias, aumento de cavidades, distúrbios de condução, manifestações sugestivas de distúrbios de perfusão, de distúrbios metabólicos ou medicamentosos.</p>
<p>Se a história clinica do paciente for sugestiva de doença isquêmica do coração e se o eletrocardiograma de repouso for normal, deve-se prosseguir na investigação.</p>
<p>O Teste de Esforço</p>
<p>É um teste para verificar a tolerância do coração a um esforço. Realiza-se com o paciente pedalando uma bicicleta estacionária ou caminhando sobre uma esteira, enquanto o médico observa ou registra o eletrocardiograma.</p>
<p>Uma outra possibilidade de testar a capacidade do coração é a que se faz administrando-se uma substância radioativa que se fixa no músculo cardíaco.</p>
<p>Se existirem no coração zonas menos irrigadas pelo sangue lá haverá menor fixação do radioisótopo. Por esse teste se pode ver como o coração se move e como o sangue se distribui pelo músculo cardíaco. Pode-se observar com esse teste como o coração se comporta em repouso e ao esforço.</p>
<p>Se a pessoa tiver outras doenças e não for capaz de realizar o teste de esforço físico, poderá ser feito o teste com um medicamento que ative o seu coração e dilate as artérias coronárias. Um eletrocardiograma feito durante o teste fornece as mesmas informações que o teste feito com a esteira ou bicicleta.</p>
<p>Esses testes de esforço ou estresse mostram como o coração está funcionando, mas não mostram o local exato do coração onde se localiza a doença, qual a artéria bloqueada e qual o grau de obstrução.</p>
<p>A fim de esclarecer essa dúvida recorre-se ao cateterismo cardíaco.</p>
<p>O Cateterismo Cardíaco</p>
<p>O cateterismo cardíaco, angiograma ou cinecoronariografia são termos relacionados, ainda que não signifiquem a mesma coisa.</p>
<p>Através da cinecoronariografia podemos analisar as artérias coronárias.</p>
<p>Para a sua realização, um cateter é introduzido através de uma artéria do braço ou perna e é dirigido até o coração onde, pela injeção de um contraste nas cavidades cardíacas, se pode analisar as cavidades e as válvulas cardíacas. Injetando o contraste nos orifícios de abertura das coronárias podemos analisar o seu estado.</p>
<p>O Ecodopplercardiograma</p>
<p>Através desse exame colhem-se informações sobre a anatomia e a função do coração. Para o diagnóstico de doença isquêmica esse exame não tem maior utilidade.</p>
<p>Angiotomografia</p>
<p>Por este método conseguimos estudar os vasos do coração, em três dimensões e se pode obter uma boa informação sobre deficiências circulatórias.</p>
<p>O Que Podemos Esperar desses Testes</p>
<p>Os testes de esforço permitem ao seu médico saber quanto do coração está a perigo ou quanto já foi destruído. Mostra o local e o grau de obstrução de uma artéria e o número de vasos atingidos. Todos esses dados são importantes para que o médico possa fazer um prognóstico baseado na sua experiência. Outro resultado desses exames é o fato de que permitem orientar o tratamento.</p>
<p><b>Basicamente os tratamentos das doenças de coronárias são de três ordens:</b></p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td valign="top"><img alt="" src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/xsxicon0.gif.pagespeed.ic.g0zqVjmuJ5.png" /></td>
<td>Tratamento médico</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"><img alt="" src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/xsxicon0.gif.pagespeed.ic.g0zqVjmuJ5.png" /></td>
<td>Angioplastia</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"><img alt="" src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/xsxicon0.gif.pagespeed.ic.g0zqVjmuJ5.png" /></td>
<td>Cirurgia de <i>bypass</i></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><br clear="all" /><br clear="all" /></p>
<p>Tratamento Médico</p>
<p>O tratamento médico se compõe de medicamentos, medidas dietéticas e medidas sócioigiênicas.</p>
<p>Medicamentos &#8211; O seu médico irá decidir qual é o mais indicado para o seu caso. Os medicamentos têm efeitos colaterais que podem até agravar uma situação clinica. Existem drogas que são contra-indicadas para algumas pessoas e não para outras e drogas que competem entre si, que têm o seu aproveitamento alterado em função de medicamentos ingeridos para outras doenças. Ouça o seu médico sobre qual medicamento é o mais conveniente para o seu caso. <br clear="all" /><br clear="all" /></p>
<p><b>Recomenda-se tratamento médico para os seguintes casos:</b></p>
<table border="0" cellspacing="10" cellpadding="2">
<tbody>
<tr>
<td valign="top"><img alt="" src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/xsxicon0.gif.pagespeed.ic.g0zqVjmuJ5.png" /></td>
<td valign="top">Obstrução de somente uma artéria.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"><img alt="" src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/xsxicon0.gif.pagespeed.ic.g0zqVjmuJ5.png" /></td>
<td valign="top">Obstruções menos severas.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"><img alt="" src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/xsxicon0.gif.pagespeed.ic.g0zqVjmuJ5.png" /></td>
<td valign="top">Para os pacientes que não tenham crises de angina muito freqüentes.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"><img alt="" src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/xsxicon0.gif.pagespeed.ic.g0zqVjmuJ5.png" /></td>
<td valign="top">Para pacientes que foram internados em crise e que responderam bem ao tratamento e repouso realizado durante a internação.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os medicamentos mais usados são a aspirina, os nitro-derivados e os beta- bloqueadores.</p>
<p>Só use medicamentos sob a orientação de um médico. Um medicamento mal indicado ou mal usado pode até causar a morte de quem o recebe. <br clear="all" /><br clear="all" /></p>
<p>A Angioplastia</p>
<p>Assim como no cateterismo, um cateter é introduzido pela coronária até o local onde está a obstrução. No local estreitado, um pequeno balão é insuflado e a parte estreitada é dilatada. Depois se retira o balão e se avalia se o fluxo do sangue se restabeleceu parcial ou totalmente.</p>
<p>Pode-se também deixar no local da obstrução um <i>stent</i>, que é uma pequena mola de metal que é contraída e introduzida até a parte estreitada. Uma vez colocada no lugar certo a contração da mola é liberada, ela se dilata e junto alarga a zona estreitada da artéria. <br clear="all" /><br clear="all" /></p>
<p><b>Benefícios da angioplastia</b></p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td valign="top"><img alt="" src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/xsxicon0.gif.pagespeed.ic.g0zqVjmuJ5.png" /></td>
<td>Alivio da angina</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"><img alt="" src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/xsxicon0.gif.pagespeed.ic.g0zqVjmuJ5.png" /></td>
<td>Permite um aumento da atividade física livre de angina.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"><img alt="" src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/xsxicon0.gif.pagespeed.ic.g0zqVjmuJ5.png" /></td>
<td>Permite o retorno às atividades normais.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"><img alt="" src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/xsxicon0.gif.pagespeed.ic.g0zqVjmuJ5.png" /></td>
<td>Menor consumo de medicamentos.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"><img alt="" src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/xsxicon0.gif.pagespeed.ic.g0zqVjmuJ5.png" /></td>
<td>Menos temor e medo.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><br clear="all" /><br clear="all" /></p>
<p><b>Possíveis riscos da angioplastia</b></p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td valign="top"><img alt="" src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/xsxicon0.gif.pagespeed.ic.g0zqVjmuJ5.png" /></td>
<td>Piora da angina</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"><img alt="" src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/xsxicon0.gif.pagespeed.ic.g0zqVjmuJ5.png" /></td>
<td>Exigir cirurgia de <i>bypass</i> de urgência. Isso acontece em 2 a 5% dos casos.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"><img alt="" src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/xsxicon0.gif.pagespeed.ic.g0zqVjmuJ5.png" /></td>
<td>Infarto do miocárdio durante o procedimento.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"><img alt="" src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/xsxicon0.gif.pagespeed.ic.g0zqVjmuJ5.png" /></td>
<td>Lesão da artéria.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"><img alt="" src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/xsxicon0.gif.pagespeed.ic.g0zqVjmuJ5.png" /></td>
<td>Reobstrução do vaso que foi dilatado. Acontece em cerca de 40% dos casos nos seis meses que se seguem ao procedimento, exigindo nova angioplastia ou cirurgia.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"><img alt="" src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/xsxicon0.gif.pagespeed.ic.g0zqVjmuJ5.png" /></td>
<td>Morte durante o procedimento.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><br clear="all" /><br clear="all" /></p>
<p>Cirurgia de Revascularização</p>
<p>A cirurgia de revascularização usa uma veia da perna ou uma artéria do peito para fazer uma união da aorta até um ponto além daquele em que a coronária está obstruída, a fim de permitir uma passagem do sangue.</p>
<p>A angioplastia está indicada para os pacientes com obstruções graves, principalmente as da artéria coronária esquerda principal ou nas obstruções múltiplas. Pode ser uma medida de urgência quando acontecem acidentes durante a angioplastia. Outra indicação da colocação de pontes é a de quando os pacientes não melhoram com o tratamento clínico.</p>
<p>A cirurgia de <i>bypass</i> coronário oferece uma boa oferta de sangue para as regiões anteriormente mal perfundidas. <br clear="all" /><br clear="all" /></p>
<p><b>Benefícios possíveis com a cirurgia de <i>bypass</i></b></p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td valign="top"><img alt="" src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/xsxicon0.gif.pagespeed.ic.g0zqVjmuJ5.png" /></td>
<td>Prolongar a vida.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"><img alt="" src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/xsxicon0.gif.pagespeed.ic.g0zqVjmuJ5.png" /></td>
<td>Aliviar os sintomas.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"><img alt="" src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/xsxicon0.gif.pagespeed.ic.g0zqVjmuJ5.png" /></td>
<td>Aumentar a atividade física.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"><img alt="" src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/xsxicon0.gif.pagespeed.ic.g0zqVjmuJ5.png" /></td>
<td>Permitir o retorno às atividades prévias.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"><img alt="" src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/xsxicon0.gif.pagespeed.ic.g0zqVjmuJ5.png" /></td>
<td>Reduzir o consumo de medicamentos.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"><img alt="" src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/xsxicon0.gif.pagespeed.ic.g0zqVjmuJ5.png" /></td>
<td>Reduzir o medo e ansiedade.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><br clear="all" /><br clear="all" /></p>
<p><b>Riscos possíveis com a cirurgia de <i>bypass</i></b></p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td valign="top"><img alt="" src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/xsxicon0.gif.pagespeed.ic.g0zqVjmuJ5.png" /></td>
<td>Sangramentos, que podem exigir nova cirurgia.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"><img alt="" src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/xsxicon0.gif.pagespeed.ic.g0zqVjmuJ5.png" /></td>
<td>Infecções.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"><img alt="" src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/xsxicon0.gif.pagespeed.ic.g0zqVjmuJ5.png" /></td>
<td>Acidente vascular cerebral.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"><img alt="" src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/xsxicon0.gif.pagespeed.ic.g0zqVjmuJ5.png" /></td>
<td>Formação de coágulos e embolias.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"><img alt="" src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/xsxicon0.gif.pagespeed.ic.g0zqVjmuJ5.png" /></td>
<td>Falência de órgãos, tais como rins, fígado e pulmões.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"><img alt="" src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/xsxicon0.gif.pagespeed.ic.g0zqVjmuJ5.png" /></td>
<td>Infarto do miocárdio.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"><img alt="" src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/xsxicon0.gif.pagespeed.ic.g0zqVjmuJ5.png" /></td>
<td>Morte.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<p>O que é melhor – Angioplastia ou Cirurgia?</p>
<p>Quem deve decidir isso é o seu médico.</p>
<p>Os dois procedimentos têm a mesma finalidade.</p>
<p>Os dois procedimentos podem melhorar a função do seu coração. <br clear="all" /><br clear="all" /></p>
<p><b>De um modo geral a angioplastia é mais recomendada por ser:</b></p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td valign="top"><img alt="" src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/xsxicon0.gif.pagespeed.ic.g0zqVjmuJ5.png" /></td>
<td>Menos invasiva do que a cirurgia.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"><img alt="" src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/xsxicon0.gif.pagespeed.ic.g0zqVjmuJ5.png" /></td>
<td>Hospitalização mais breve.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"><img alt="" src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/xsxicon0.gif.pagespeed.ic.g0zqVjmuJ5.png" /></td>
<td>Menor custo.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"><img alt="" src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/xsxicon0.gif.pagespeed.ic.g0zqVjmuJ5.png" /></td>
<td>Permite um retorno precoce às atividades.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<p>O que fazer depois da Angioplastia ou Cirurgia de <i>Bypass</i>?</p>
<p>Os dois procedimentos não curam a doença básica, a ateroesclerose.</p>
<p>Os dois procedimentos visam melhorar a perfusão de zonas isquêmicas do coração. Nem sempre essa melhora é de 100%. <br clear="all" /><br clear="all" /></p>
<p><b>Siga as condutas recomendadas para controlar os fatores de risco da ateroesclerose.</b></p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td valign="top"><img alt="" src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/xsxicon0.gif.pagespeed.ic.g0zqVjmuJ5.png" /></td>
<td>Ouça o seu médico, siga as suas orientações.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"><img alt="" src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/xsxicon0.gif.pagespeed.ic.g0zqVjmuJ5.png" /></td>
<td>Tome os medicamentos com regularidade.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"><img alt="" src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/xsxicon0.gif.pagespeed.ic.g0zqVjmuJ5.png" /></td>
<td>Faça dieta e exercícios conforme orientação médica.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"><img alt="" src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/xsxicon0.gif.pagespeed.ic.g0zqVjmuJ5.png" /></td>
<td>Mude o seu estilo de vida, corrigindo o que estiver errado.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"><img alt="" src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/xsxicon0.gif.pagespeed.ic.g0zqVjmuJ5.png" /></td>
<td>Entenda a sua doença, busque informações com o seu médico, pergunte a ele o que está lhe preocupando.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"><img alt="" src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/xsxicon0.gif.pagespeed.ic.g0zqVjmuJ5.png" /></td>
<td>Evite obter informações em revistas leigas ou pessoas leigas. Mesmo as que já passaram pela mesma situação não são fontes fidedignas.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"><img alt="" src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/xsxicon0.gif.pagespeed.ic.g0zqVjmuJ5.png" /></td>
<td>A sua doença pode ser diferente da de outras pessoas embora os sintomas e diagnósticos sejam semelhantes.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"><img alt="" src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/xsxicon0.gif.pagespeed.ic.g0zqVjmuJ5.png" /></td>
<td>Volte ao seu médico quando tiver dúvidas.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"><img alt="" src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/xsxicon0.gif.pagespeed.ic.g0zqVjmuJ5.png" /></td>
<td>Não esconda os sintomas, as alterações de comportamento, as trocas de medicamentos que acontecerem. Comunique-se com o seu médico.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"><img alt="" src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/xsxicon0.gif.pagespeed.ic.g0zqVjmuJ5.png" /></td>
<td>Não faça diagnósticos em você mesmo. Se acontecer algo de diferente pergunte ao seu médico se isso tem algum significado ou não.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		<title>ESTRESSE E CORAÇÃO</title>
		<link>http://www.cardioritmosjc.com.br/teste-2/</link>
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		<pubDate>Fri, 16 May 2014 23:08:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[crdrtm]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Existem pesquisas que mostram que o estresse afeta o organismo causando alterações celulares de maneira a aumentar a incidência de doenças. O estresse está ligado às doenças do coração e à hipertensão arterial, podendo também ter uma relação com o surgimento do câncer. A relação com funções imunológicas ainda não está esclarecida. Estudos mostram que pessoas que têm amplas relações sociais [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Existem pesquisas que mostram que o estresse afeta o organismo causando alterações celulares de maneira a aumentar a incidência de doenças. O estresse está ligado às doenças do coração e à hipertensão arterial, podendo também ter uma relação com o surgimento do câncer.</p>
<p>A relação com funções imunológicas ainda não está esclarecida. Estudos mostram que pessoas que têm amplas relações sociais e contatos com pessoas &#8211; amigos, vizinhos, parentes, colegas de serviço &#8211; têm menor incidência de resfriados do que os que vivem num ambiente restrito de relacionamentos.</p>
<p>O American Journal of Medicine em 1997 publicou um trabalho onde é mostrado que o contato escasso com pessoas é um fator de risco maior do que o cigarro para contrair doenças virais respiratórias. Pensamentos antigos estão ressurgindo. Hipócrates em 500 AC já dizia que as emoções estão ligadas à saúde. Hoje os cientistas estão conseguindo demonstrar que as paixões podem desencadear doenças. Descobriram que certas células do corpo humano são capazes de enviar mensagens entre células nervosas e o sistema imunológico.</p>
<p>Estudos em animais mostraram que a interrupção dessa comunicação entre as células, seja pela engenharia elétrica ou pelo uso de drogas, está associada com uma maior susceptibilidade às doenças da tireóide, doenças inflamatórias e artrites.</p>
<p>A maioria dos estudos relaciona o estresse à hipertensão e às doenças do coração. Dados convincentes sugerem que o medo crônico, a ansiedade, a solidão e a depressão podem ser letais para pessoas com doenças do coração.</p>
<p>É significativo o fato de que os ataques cardíacos são provocados pela agregação de plaquetas formando coágulos, fenômeno conhecido como &#8220;correr ou lutar&#8221; e desencadeado pelo medo ou pavor. Todos nós estamos constantemente experimentando o estresse de uma ou outra forma.</p>
<p>Estresse agudo e crônico.</p>
<p><b>O estresse agudo</b></p>
<p>É o conseqüente a um acontecimento traumático, como a perda de um ente querido, um assalto, uma doença grave na família, a perda do trabalho, perda de um bem.</p>
<p><b>O estresse crônico</b></p>
<p>É o do dia a dia, como os problemas de trânsito, da profissão, econômicos, relações de trabalho, de família. Nas situações de estresse o corpo libera dois hormônios, a adrenalina e a cortisona.</p>
<p>Como resposta a esses dois hormônios as plaquetas se agregam, as células imunológicas são ativadas, o açúcar do sangue vai para os músculos para lhes proporcionar energia, a respiração e a freqüência cardíaca aumentam e a pressão arterial sobe. A cortisona de início mantém a resposta ao estresse e depois lentamente vai diminuindo até o organismo voltar à função normal. Quando a situação estressante persiste, a reação persiste e pode tornar-se prejudicial em vez da reação benéfica inicial.</p>
<p>A chamada resposta alostática, o que é?</p>
<p>Em 1998, no New England Journal of Medicine, foi publicado um trabalho que usa o termo alostático, que vem do grego e significa &#8220;encontrar estabilidade através da mudança&#8221;. Este é um termo usado para explicar a adaptação que o organismo encontra quando é submetido a um estresse crônico. O preço que o organismo paga para obter e conservar essa adaptação pode ser alto. Algumas pessoas submetidas a estresse crônico tornam-se hiperativas ou hipoativas quando expostas à situação estressante. Uma produção muito pequena ou muito grande de hormônios frente a uma situação de estresse pode ser prejudicial por desencadear a produção de substâncias alternativas afim de corrigir o excesso ou carência desses hormônios. Assim, um excesso de cortisona:</p>
<table border="0" cellspacing="10" cellpadding="2">
<tbody>
<tr>
<td valign="top"><img alt="" src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/xsxicon0.gif.pagespeed.ic.g0zqVjmuJ5.png" /></td>
<td valign="top">aumenta a produção de insulina</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"><img alt="" src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/xsxicon0.gif.pagespeed.ic.g0zqVjmuJ5.png" /></td>
<td valign="top">provoca fraqueza dos músculos</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"><img alt="" src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/xsxicon0.gif.pagespeed.ic.g0zqVjmuJ5.png" /></td>
<td valign="top">predispõe a infecções e a descalcificação dos ossos</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"><img alt="" src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/xsxicon0.gif.pagespeed.ic.g0zqVjmuJ5.png" /></td>
<td valign="top">favorece a depressão e a degenerações do cérebro que levam à perda da memória.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Ainda não se sabe porque certas pessoas não desligam a &#8220;reação ao estresse&#8221; continuando a produzir os hormônios uma vez terminado o motivo que o desencadeou. Também se ignora porque outras pessoas não produzem os hormônios do estresse quando deles necessitam.</p>
<p>As pesquisas sugerem que exercício moderado e regular é a melhor maneira de se opor aos efeitos prejudiciais do estresse. As pessoas que regularmente fazem exercício percebem que toleram o estresse muito melhor e não necessitam mais comer muito ou tomar grandes doses de álcool quando estão em situações de estresse afim de se acalmarem.</p>
<p>Reduzir o estresse não significa que você deve mudar da cidade para o campo, abandonar seu emprego, se aposentar, largar o automóvel ou mudar de profissão. Basta fazer mais exercícios físicos, aumentar seu círculo de relações, participar de atividades sociais, mudar seus horários de trânsito.</p>
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		<title>Vamos cuidar do coração?</title>
		<link>http://www.cardioritmosjc.com.br/teste-1/</link>
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		<pubDate>Fri, 16 May 2014 23:04:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[crdrtm]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevista]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Problemas cardiovasculares são a principal causa de mortes naturais no Brasil e fazem mais vítimas que todas as formas de câncer e traumas físicos O principal músculo do corpo requer cuidados e recomendações em prol da longevidade e qualidade de vida. Consultar-se com um cardiologista é fundamental visando à manutenção da saúde do coração.  “Em pacientes com fatores de risco, [&#8230;]</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Problemas cardiovasculares são a principal causa de mortes naturais no Brasil e fazem mais vítimas que todas as formas de câncer e traumas físicos</strong></p>
<p>O principal músculo do corpo requer cuidados e recomendações em prol da longevidade e qualidade de vida. Consultar-se com um cardiologista é fundamental visando à manutenção da saúde do coração.</p>
<p><a href="http://www.cardioritmosjc.com.br/wp-content/uploads/2014/05/Dr-eduardo-Costa-241x300.jpg"><img class="size-full wp-image-141 alignleft" alt="Dr-Eduardo-Costa" src="http://www.cardioritmosjc.com.br/wp-content/uploads/2014/05/Dr-eduardo-Costa-241x300.jpg" width="241" height="300" /></a> “Em pacientes com fatores de risco, a consulta deve ocorrer entre os 30 e 35 anos”, afirma o cardiologista, Eduardo Rodrigues Bento Costa. Anabolizantes, termogênicos, suplementos e inibidores de apetite só devem ser utilizados mediante orientação médica com reconhecida competência.<br />
Dentre mitos e verdades, o especialista explica que o consumo moderado de vinho pode ocasionar benefícios – desde que a pessoa não apresente histórico de outros problemas que comprometam o consumo de bebidas alcoólicas. Confira os principais trechos da entrevista.</p>
<p><strong>Com qual idade deve-se consultar um cardiologista?</strong><br />
<strong>Dr. Eduardo Rodrigues Bento Costa -</strong> A consulta com cardiologista depende de alguns fatores, entre eles a presença ou não de fatores de risco, como obesidade, hipertensão, tabagismo, estresse, sedentarismo, diabetes, colesterol elevado, história de doenças do coração em familiares, etc. Em pacientes com fatores de risco, a consulta deverá ser mais precoce, entre 30 e 35 anos (em média), sendo que em alguns casos recomenda-se a consulta em pacientes ainda mais jovens. Em paciente sem fatores de risco, a consulta pode ser feita mais tardiamente, entre 40 e 50 anos.</p>
<p><strong>Existe uma periodicidade ideal de consultas conforme as faixas etárias?</strong><br />
<strong>Dr. Eduardo Costa -</strong> Não há regras fixas, deve ser seguida a recomendação do médico.</p>
<p><strong>Quais os principais sintomas de problemas ou complicações cardíacas? Quando se deve procurar um cardiologista?</strong><br />
<strong>Dr. Eduardo Costa -</strong> A percepção de sintomas como dor no peito, falta de ar desproporcional à atividade exercida, tonturas, desmaios, palpitações (“batedeira”), devem ser motivos de procura de atendimento por cardiologista.</p>
<p><strong>Stress e cansaço favorecem problemas cardíacos?</strong><br />
<strong>Dr. Eduardo Costa -</strong> Sim, podem levar a doenças cardíacas em pessoas com predisposição.</p>
<p><strong>Quais medidas preventivas podem ser feitas durante o verão?</strong><br />
<strong>Dr. Eduardo Costa -</strong> As medidas são básicas e conhecidas por todos, mas nem sempre seguidas: tomar bastante líquidos, alimentação leve e rica em frutas, legumes, carnes magras, evitando-se alimentos gordurosos ou “pesados”. Evitar esportes ou atividade física em momentos de muito calor também é fundamental. Escolha momentos mais frescos como no começo da manhã ou no final da tarde.</p>
<p><strong>Atividade física é saudável para o coração? Até que ponto? O ideal é passar por uma consulta/avaliação antes de iniciar um esporte?</strong><br />
<strong>Dr. Eduardo Costa</strong> – A atividade física é muito importante para a prevenção de doenças do coração e  até mesmo para aquelas pessoas que já tenham problemas conhecidos. Porém, como tudo na vida, o equilíbrio e o bom senso são fundamentais! É um erro pensar que o exercício exagerado irá “proteger mais o coração”. Exercícios exagerados são reconhecidamente como fonte de problemas sérios para o coração. E não se esqueça, antes de iniciar a prática de esportes é importante uma avaliação com o cardiologista.</p>
<p><strong>Anabolizantes, termogênicos, suplementos e inibidores de apetite são prejudiciais ao coração?</strong><br />
<strong>Dr. Eduardo Costa -</strong> Esses produtos químicos podem ser altamente prejudiciais à saúde, especialmente ao coração. Nunca faça uso de nenhum dessas substâncias sem a orientação de um médico de reconhecida competência e imparcialidade.</p>
<p><strong>Qual a relevância do álcool e cigarro nos problemas cardíacos? Tomar uma taça de vinho por dia faz bem ao coração?</strong><br />
<strong>Dr. Eduardo Costa -</strong> O excesso no consumo de álcool e o tabagismo certamente pode prejudicar nossa saúde. Mas, de fato o vinho contém substâncias que podem trazer benefícios ao coração. Mas lembre-se, o consumo deve ser em pequenas quantidades (uma taça por dia) e desde que não existam outros problemas como doenças do fígado, diabetes, aumento do ácido úrico, uso concomitante de alguns remédios, perfil psicológico que predisponha ao alcoolismo, etc…</p>
<p><strong>Anticoncepcionais e medicações para disfunção erétil podem ser prejudiciais ao coração?</strong><br />
<strong>Dr. Eduardo Costa -</strong> Sim, esses medicamentos só podem ser usados após criteriosa análise de seu médico, que conhece as condições nas quais eles devem ser evitados.</p>
<p><strong>É verdade que problemas cardiovasculares são a principal causa de mortes naturais no Brasil? Por quê?</strong><br />
<strong>Dr. Eduardo Costa -</strong> Sim, é verdade. As doenças cardiovasculares matam mais que todas as formas de câncer ou traumas físicos. As causas são as velhas conhecidas de todos: os hábitos nada saudáveis da “vida moderna”, como estresse, sedentarismo, obesidade, hipertensão, etc…</p>
<p><strong>Do ponto de vista cardiológico, qual a melhor dieta alimentar?</strong><br />
<strong>Dr. Eduardo Costa -</strong> Uma dieta bem balanceada, rica em verduras, legumes, frutas, cereais e carnes magras são as melhores opções. Dê preferência para os alimentos mais naturais, me-nos processados industrialmente, e aqueles ricos em fibras e em gorduras “saudáveis”, como o  azeite de oliva (em pequenas quantidades). Para pessoas com necessidades alimentares especiais, como os atletas, obesos, portadores de doenças do metabolismo, dos rins, fígado, etc, uma avaliação com nutricionista é sempre recomendada.</p>
<p><strong>Quais as novidades terapêuticas que surgirão no arsenal cardiológico?</strong><br />
<strong>Dr. Eduardo Costa -</strong> Os avanços na medicina são muito amplos e dinâmicos. Acredito que os testes genéticos que poderão detectar pessoas de risco elevado em desenvolver doenças cardiovasculares serão de grande utilidade num futuro breve.</p>
<p><strong>O que é a chamada “Morte Súbita”?</strong><br />
<strong>Dr. Eduardo Costa -</strong>  É a morte que ocorre de forma repentina e inesperada, não associada à traumas físicos ou doenças agudas. É frequentemente confundida como “morreu de infarto”, quando na verdade quase sempre é devido às arritmias cardíacas graves, que podem estar associadas ou não a “entupimentos”nas artérias do coração. Há formas bastante eficientes de prevenção da morte súbita nas pessoas de alto risco. Consulte seu cardiologista e informe-se!</p>
<p><strong>O que é “arritmia”?</strong><br />
<strong>Dr. Eduardo Costa -</strong> Chama-se de “arritmia”  qualquer distúrbio do ritmo cardíaco, ou seja, batimentos cardíacos rápidos, lentos ou ainda “descompassados”, com ou sem sintomas, desproporcionais às necessidades do organismo. Existe uma infinidade de “tipos” de arritmias, a maioria delas sem nenhuma gravidades (felizmente!!!), porém algumas outras são extremamente sérias. Somente seu cardiologista poderá esclarecer cada caso, após minunciosa análise clínica e exames complementares.</p>
<p><strong>Dr. Eduardo Rodrigues Bento Costa</strong><br />
<strong>Especialista em Eletrofisiologia, Arritmias Cardíacas e Marcapasso.</strong></p>
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